quinta-feira, 12 de março de 2009

SO PARA ESCREVER SOBRE AMOR



AMAR É VIVER EM SINTONIA COM A FELICIDADE.

Viver é saber entender e amar nossos amigos queridos, nossa familia.



Amar com ações, entender sem buscar razões.


Nada questiono em um amigo, nem deficiências, nem defeitos,porque eu o amo como ele é.



O amor é um sentimento nobre, é perdoar sempre, é se dar, é ser feliz na felicidade da pessoa que amamos.



Para mim não existem diversas maneiras de se amar. O amor é único. Tanto por um filho ou por uma amiga o amor é impar. Não vejo diferentes formas de se amar.



Amor de mãe, ou amor de uma mulher e um homem é a mesma coisa. Se entre homem e mulher pode existir atração da carne, entre mãe e filho existe a mais absoluta integração.




É tão forte que quando presente entre duas pessoas, consolida a amizade, aprofunda o companheirismo e gratifica a quem ama o tornando feliz.



Nada mais importante que ver a pessoa que amamos feliz, sorrindo e com um abraço bem apertado nos fazer sentir o quanto somos amados e compreendido.





Aquele que condiciona seu amor a uma reciprocidade, na verdade não ama. O amor independe de recompensas, simplesmente se ama alguém sem escolhas, sem maiores exigências



Ama-se, sem entender por que, sem lógica, sem razões sem
Maiores explicações. Simplesmente ama-se.

domingo, 8 de março de 2009

À Todas as Mulheres



Por Luan Borges

Porque se comemora o Dia Internacional da Mulher no dia 8 de março? Porque é esse dia que as mulheres são tratadas com carinho, com amor e com atenção? Será que as mulheres não tem que receber flores e beijos nos outros dias? Claro que as mulheres merecem ser homenageadas, mas essa homenagem tem que ser feita todos os dias. Trate bem as mulheres que o rodeia, seja sua mãe, sua esposa, sua namorada, sua avó ou sua amiga, as mulheres são guerreiras, são abençoadas, são especiais.

Mulher, esse ser tão complexo para a cabeça dos homens. Chamado de sexo frágio, que de frágio não tem nada. Todo homem se apoia numa grande mulher, na política, no ramo artístico, na vida. A mulher é o ser mais completo que já pisou na face da Terra.

''Toda mulher
quer ser amada.
Toda mulher
quer ser feliz.
Toda mulher
se faz de coitada.
Toda mulher
é meio Leila Diniz.''
(Rita Lee - Todas as mulheres do mundo)


ELAS FORAM BRILHANTES E ATÉ HOJE INFLUENCIAM GERAÇÕES

No Dia Internacional da Mulher, Maria Bonita, a companheira de Lampião, faria 100 anos, caso estivesse viva


A CANGACEIRA
Maria Bonita foi responsável por introduzir vários costumes no meio dos homens do Cangaço, já que a presença de mulheres no movimento era proibida até a entrada dela no grupo, segundo o escritor Magérbio Lucena, autor do livro “Lampião e o Estado Maior do Cangaço”. “Ela foi um dos maiores expoentes da cultura nordestina”, atesta o pesquisador.

SÍMBOLO SEXUAL


estrela maior de Hollywood, Marilyn Monroe foi encontrada morta aos 36 anos, vítima de overdose – e até hoje paira o mistério: a atriz cometeu suicídio ou foi vítima de assassinato? Abandonada pela mãe, Marilyn foi criada em orfanatos, fez 33 filmes e foi casada três vezes (01.06.1926 a 05.08.1962)

A PIMENTINHA


Considerada a maior cantora brasileira de todos os tempos, Elis Regina, a Pimentinha, como era conhecida, foi encontrada morta aos 36 anos em seu apartamento nos Jardins, São Paulo. Sua morte foi chorada por 25 mil fãs durante o velório no Teatro Bandeirantes, palco de seu maior sucesso com o show “Falso Brilhante" (17.03.1945 a 19.01.1982)

SIMBOLO DA LIBERAÇÃO FEMININA



Leila Diniz foi símbolo da liberação feminina dos anos 1960 e 1970. A atriz escandalizou ao exibir sua gravidez de oito meses na praia. Aos 17 anos se apaixonou pelo cineasta Domingos de Oliveira, com quem viveu até os 21 anos. Ele a dirigiu em "Todas as mulheres do mundo", seu maior sucesso (25.03.1945 a 14.06.1972)

BONEQUINHA DE LUXO



“Bonequinha de luxo”, “Sabrina” e “A princesa e o plebeu” (que lhe rendeu um Oscar em 1953) são seus filmes mais conhecidos, mas foi sua elegância e o rosto de boneca que fizeram de Audrey Hepburn um ícone de beleza. Pudera, a atriz teve berço: seu pai era banqueiro e sua mãe baronesa (04.05.1929 a 20.01.1993)

A PEQUENA NOTÁVEL



Se estivesse viva, Carmen Miranda teria completado 100 anos em fevereiro. O sucesso da Pequena Notável fora do Brasil foi tanto que ela chegou a ser a artista mais bem paga de Hollywood na década de 40, deixando sua marca na calçada da fama (09.02.1909 a 05.08.1955)

A Chanel nº 5



Nos anos 1920, Coco Chanel já era uma designer influente, deixando para trás uma infância pobre e uma breve carreira de cantora. Mas em 1922, quando lançou o perfume Chanel nº 5, sua marca começou a se tornar um grande império, que inclui bolsas, sapatos, jóias, acessórios e perfumes (19.08.1883 a 10.01.1971)


A PRINCESA DE MÔNACO



Grace Kelly ganhou o Oscar de melhor atriz em 1955 pelo filme “Amar é sofrer”, de George Seaton; tornou-se famosa mundialmente fazendo filmes de Alfred Hitchcock, e mais ainda quando se tornou princesa de Mônaco, casando-se em 1956 com o príncipe Rainier (12.11.1929 a 14.09.1982)



A RAINHA DO JAZZ



De menina pobre, filha de uma lavadeira, a americana Ella Fitzgerald tornou-se a "Rainha do Jazz" e a "First Lady of Song" (primeira dama da canção). Ela influenciou o estilo bebop cantando com alegria contagiante (25.04.1918 a 15.06.1996)

A MINHA RAINHA


Em 1981 Diana Spencer – então desconhecida - se casou com o príncipe Charles e se tornou princesa de Gales, mais conhecida como Lady Di. Mas foi seu lado humanitário, liderando campanhas contra minas terrestres e no combate à Aids, que a tornaram popular e amada pelo povo inglês (01.07.1961 a 31.08.1997)

SÍMBOLO DE ELÊGANCIA



Jacqueline Kennedy tornou-se musa no auge da Guerra Fria, ao chegar à Casa Branca com o marido e então presidente dos EUA, John F. Kennedy. Logo depois, transformou-se na viúva de toda uma nação testemunhando o assassinato do marido, até surpreender a todos ao se casar com o magnata Aristóteles Onássis (28.07.192 a 19.05.1994)

A PRIMEIRA NA ACADEMIA DE LETRA


Rachel de Queiroz, nasceu em Fortaleza - CE, no dia 17 de novembro de 1910, filha de Daniel de Queiroz e de Clotilde Franklin de Queiroz, descendendo, pelo lado materno, da estirpe dos Alencar (sua bisavó materna — "dona Miliquinha" — era prima José de Alencar, autor de "O Guarani")Em 1977, por 23 votos a 15, e um em branco, Rachel de Queiroz vence o jurista Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda e torna-se a primeira mulher a ser eleita para a Academia Brasileira de Letras


E se alguem quiser ajudar..para aumentar a minha lista...vai ser um prazer...beijos depois volto com os meus presentes..

sábado, 7 de março de 2009

"Ninguém nasce mulher; torna-se mulher." Simone de Beauvoir




A criação da mulher e do amor
Diz a lenda que o Senhor, após criar o homem e não tendo nada sólido para construir, fez a Mulher, tomou um punhado de ingredientes delicados e contraditórios, tais como timidez e ousadia, ciúme e ternura, paixão e ódio, paciência e ansiedade, alegria e tristeza e assim fez a Mulher e a entregou ao homem como sua companheira. Após uma semana, o homem voltou e disse:

- Senhor, a criatura que me deste faz a minha vida infeliz. Ela fala sem parar e me atormenta de tal maneira que nem tenho tempo para descansar. Ela insiste em que lhe dê atenção o dia inteiro e assim as minhas horas são desperdiçadas. Ela chora por qualquer motivo e fica facilmente emburrada e, às vezes, fica muito tempo ociosa. Vim devolvê-la porque não posso viver com ela.

Depois de uma semana o homem voltou ao Criador e disse:

- Senhor, minha vida é tão vazia desde que eu trouxe aquela criatura de volta! Eu sempre penso nela, em como ela dançava e cantava, como era graciosa, como me olhava, como conversava comigo e como se achegava à mim. Ela era agradável de se ver e de acariciar. Eu gostava de ouvi-la rir. Por favor, me dê ela de volta.

- Está bem, disse o Criador. E a devolveu.

Mas, três dias depois, o homem voltou e disse:

- Senhor, eu não sei. Eu não consigo explicar mas, depois de toda esta minha experiência com esta criatura, cheguei à conclusão que ela me causa mais problemas do que prazer. Peço-lhe, tomá-la de novo! Não consigo viver com ela!

O Criador respondeu:

- Mas também não sabe viver sem ela.

E virou as costas para o homem e continuou seu trabalho.

O homem desesperado disse:

- Como é que eu vou fazer? Não consigo viver com ela e não consigo viver sem ela.

E arremata o Criador:

- Achei que, com as tentativas, você já tivesse descoberto. Amor é um sentimento a ser aprendido. É tensão e satisfação. É desejo e hostilidade. É alegria e dor. Um não existe sem o outro. A felicidade é apenas uma parte integrante do amor. Isto é o que deve ser aprendido. O sofrimento também pertence ao amor. Este é o grande mistério do amor, a sua própria beleza é o seu próprio fardo.
Em todo o esforço que se realiza para o aprendizado do amor é preciso considerar sempre a doação e o sacrifício ao lado da satisfação e da alegria.
A pessoa terá sempre que abdicar de alguma coisa para ganhar outra.
É como plantar uma árvore frente a uma janela...
Ganha-se sombra, mas perde-se uma parte da paisagem. É preciso considerar tudo isso,
quando nos dispomos a aprender a amar.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Continuando..SEMANA DA MULHER

Mulheres Possíveis




'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.

Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.

Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou:

trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma Workaholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.

Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.

Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.

É ter tempo.

Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga.

Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.

Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.

Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.

Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela. Desacelerar tem um custo.

Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.

Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.
Martha Medeiros

quinta-feira, 5 de março de 2009

Desabafo de uma mulher rebelde...




São 7h. O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede.

Estou TÃO acabada, não queria ter que trabalhar hoje. Quero ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando até. Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas.

Aquário? Olhando os peixinhos nadarem. Espaço? Fazendo alongamento. Leite condensado? Brigadeiro. Tudo menos sair da cama, engatar uma primeira e colocar o cérebro para funcionar.

Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a matriz das feministas que teve a infeliz idéia de reivindicar direitos à mulher, e por quê ela fez isso conosco, que nascemos depois dela. Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós, elas passavam o dia a bordar, a trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando crianças, freqüentando saraus... A vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária. Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã, tampouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconseqüentes com idéias mirabolantes sobre "vamos conquistar o nosso espaço". Que espaço, minha filha? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo ao seus pés. Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, e se exibir para os amigos..., que raio de direitos requerer?

Agora eles estão aí, todos confusos, não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo da cruz. Essa brincadeira de vocês acabou é nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda.

Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard e, se duvidar, nem vôlei.

Por quê, me digam, por quê um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o "macharedo"? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo. Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, que sapatos, acessórios, que perfume combina com o meu humor, nem de ter que sair correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas. Somos fiscalizadas e cobradas por nós mesmas a estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, cheirosas, unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especializações. Viramos supermulheres, continuamos a ganhar menos do que eles.

Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço? Chega!, eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela - ai, meu Deus, 7h 30min, tenho que levantar!, - e tem mais, que chegue do trabalho, sente no sofá, coloque os pés para cima e diga: "meu bem, me traz uma dose de whisky, por favor?", descobri que nasci para servir. Vocês pensam que eu estou ironizando? Estou falando sério! Estou abdicando do meu posto de mulher moderna... Troco pelo de Amélia. Alguém se habilita?

quarta-feira, 4 de março de 2009

E A SEMANA DA MULHER ..continua

Os 12 mandamentos da mulher...




1-Mulher não mente,
e sim omite os fatos.

2-Mulher não fofoca,
mas sim troca informações.

3-Mulher não trai,
se vinga.

4-Mulher não fica bêbada,
entra em estado de alegria.

5-Mulher nunca xinga,
apenas é sincera.

6-Mulher não grita,
testa as cordas vocais.

7-Mulher nunca chora,
lava as pupilas dos olhos com freqüência.

8-Mulher nunca olha para um homem sarado com segundas intenções,
apenas verifica suas formas anatômicas.

9-Mulher sempre entende o que homem diz,
só pede que explique novamente para testar sua capacidade de raciocínio

10-Mulher não sente preguiça,
descansa a beleza.

11-Mulher nunca sofre por amor,
e sim entra em contradições com os sentimentos.

12-Mulher nunca engana os homens,
pratica o que aprendeu com eles...

terça-feira, 3 de março de 2009

Continuando..SEMANA DA MULHER

Suflê de queijo




Rendimento: 6 porções de Suflê de queijo
Ingredientes
1 colher de sobremesa de cebola ralada

1 colher de sopa de margarina light

1 copo (240 ml) de leite desnatado

1 colher de sopa de farinha de trigo

1/2 colher de café de noz-moscada

2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado

1 pote de queijo cottage

2 gemas

3 claras em neve

sal a gosto


Modo de preparo
Em uma panela, doure a cebola na margarina. Junte o leite batido com a farinha e a noz-moscada. Mexa bem até engrossar. Retire do fogo, coloque o parmesão, as gemas e o sal. Misture tudo e deixe esfriar. Junte o cottage e as claras. Coloque em uma fôrma untada com margarina light e leve ao forno por 20 minutos.